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Carol Heinzen mudou de estado para ficar mais perto dos cavalos

Administradora, a competidora de Rédeas hoje divide seu tempo entre a capital São Paulo e a cidade de Holambra para poder treinar com regularidade e ficar perto dos seus cavalos

Natural de Florianópolis/SC, Carol Heinzen Esteves, 35 anos, começou cedo no mundo dos cavalos. “Desde pequena, porque minha família é gaúcha e o contato com cavalos sempre foi não só natural como também incentivado pelo meu pai”, conta ela que aprendeu a montar no interior do Rio Grande do Sul.

Quando ganhou seu primeiro cavalo, viu sua ligação com esses animais e esse universo aumentar. Ainda jovem, teve uma breve experiência como praticante de Hipismo, porém somente em 2018, depois de muitos anos parada, retomou o contato com as competições. Atualmente ela divide seu tempo entre a cidade paulista de Holambra e São Paulo capital.

Seus cavalos ficam sob os cuidados do Robson Harz, que é também seu treinador, e estão no Haras Nikita. “Eu já treinava com o Robson desde o meu início no esporte, em Campina Grande do Sul/PR. Com a mudança dele para São Paulo, decidi vir também com meus cavalos. A mudança, com toda a certeza, permitiu que mantivesse este balanço entre a minha vida profissional e frequência consistente de treinos”, explica a competidora.

Carol Heinzen é administradora e tempo é tudo em seu dia a dia. E é exatamente o tempo de qualidade ao lado dos cavalos que ela considera o seu maior investimento. “Além disso, tem o aspecto financeiro, sem dúvida, importante e que não pode ser negligenciado. Desde o animal em si, o treinamento – que sempre fiz questão que fosse com uma pessoa muito competente e com uma estrutura boa – aos os equipamentos e por aí vai”.

A Rédeas e os cavalos
Em 2018, Carol Heinzen comprou uma égua para lazer e cavalgadas, que na época ficava hospedada em São Luiz do Puruña/PR. Uma das pessoas que trabalhava no rancho, Elicleyton da Rocha, começava na Rédeas. “Sempre assistia aos treinos dele encantada com as habilidades do cavalo. Ficava muito impressionada com o nível de detalhe e com a beleza das manobras. Em resumo, por incentivo do Elicleyton comecei a fazer aulas e a praticar”, relembra.

Sua primeira prova foi em 2019, logo depois que mudou a Serenata para Campina Grande do Sul/PR, já para treinar com o Robson. Ela não era uma égua preparada para Rédeas, portanto, as duas evoluíram juntas. Da primeira competição no Campeonato Paranaense na categoria Iniciante ela seguiu. No mesmo ano, por exemplo, competiu no Rédeas de Ouro.

“Ainda que meu resultado não tenha sido bom, foi uma experiência. Foi muito emocionante: a conexão com o cavalo em pista, o nível de confiança entre nós, ter pessoas torcendo por você e ajudando em cada detalhe da preparação. Para mim foi um aprendizado grande”. Hoje, monta Helluva Whiz BK, um animal especial para ela, e tem mais três em treinamento, todos potros. Com Helluva, foi reservada campeã Nacional Principiante pela ANCR.

“Para mim foi uma super conquista e espero que não pare por aí. Quero continuar treinando, aprendendo, me desenvolvendo e me divertindo. Também um grande objetivo será continuar participando de mais provas e se possível aumentar as conquistas. A grande decisão do ano será correr ou não correr o Potro do Futuro Amador. Vamos ver o que o futuro reserva, né?

Fonte: Cavalus, escrita por Luciana Omena

Carol Heinzen mudou de estado para ficar mais perto dos cavalos

09/02/2021

Natural de Florianópolis/SC, Carol Heinzen Esteves, 35 anos, começou cedo no mundo dos cavalos. “Desde pequena, porque minha família é gaúcha e o contato com cavalos sempre foi não só natural como também incentivado pelo meu pai”, conta ela que aprendeu a montar no interior do Rio Grande do Sul.

Quando ganhou seu primeiro cavalo, viu sua ligação com esses animais e esse universo aumentar. Ainda jovem, teve uma breve experiência como praticante de Hipismo, porém somente em 2018, depois de muitos anos parada, retomou o contato com as competições. Atualmente ela divide seu tempo entre a cidade paulista de Holambra e São Paulo capital.

Seus cavalos ficam sob os cuidados do Robson Harz, que é também seu treinador, e estão no Haras Nikita. “Eu já treinava com o Robson desde o meu início no esporte, em Campina Grande do Sul/PR. Com a mudança dele para São Paulo, decidi vir também com meus cavalos. A mudança, com toda a certeza, permitiu que mantivesse este balanço entre a minha vida profissional e frequência consistente de treinos”, explica a competidora.

Carol Heinzen é administradora e tempo é tudo em seu dia a dia. E é exatamente o tempo de qualidade ao lado dos cavalos que ela considera o seu maior investimento. “Além disso, tem o aspecto financeiro, sem dúvida, importante e que não pode ser negligenciado. Desde o animal em si, o treinamento – que sempre fiz questão que fosse com uma pessoa muito competente e com uma estrutura boa – aos os equipamentos e por aí vai”.

A Rédeas e os cavalos
Em 2018, Carol Heinzen comprou uma égua para lazer e cavalgadas, que na época ficava hospedada em São Luiz do Puruña/PR. Uma das pessoas que trabalhava no rancho, Elicleyton da Rocha, começava na Rédeas. “Sempre assistia aos treinos dele encantada com as habilidades do cavalo. Ficava muito impressionada com o nível de detalhe e com a beleza das manobras. Em resumo, por incentivo do Elicleyton comecei a fazer aulas e a praticar”, relembra.

Sua primeira prova foi em 2019, logo depois que mudou a Serenata para Campina Grande do Sul/PR, já para treinar com o Robson. Ela não era uma égua preparada para Rédeas, portanto, as duas evoluíram juntas. Da primeira competição no Campeonato Paranaense na categoria Iniciante ela seguiu. No mesmo ano, por exemplo, competiu no Rédeas de Ouro.

“Ainda que meu resultado não tenha sido bom, foi uma experiência. Foi muito emocionante: a conexão com o cavalo em pista, o nível de confiança entre nós, ter pessoas torcendo por você e ajudando em cada detalhe da preparação. Para mim foi um aprendizado grande”. Hoje, monta Helluva Whiz BK, um animal especial para ela, e tem mais três em treinamento, todos potros. Com Helluva, foi reservada campeã Nacional Principiante pela ANCR.

“Para mim foi uma super conquista e espero que não pare por aí. Quero continuar treinando, aprendendo, me desenvolvendo e me divertindo. Também um grande objetivo será continuar participando de mais provas e se possível aumentar as conquistas. A grande decisão do ano será correr ou não correr o Potro do Futuro Amador. Vamos ver o que o futuro reserva, né?

Imagem: vadymvdrobot, de envatoelements

Jornal do Rodeio

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